Mostrar mensagens com a etiqueta 25 de abril. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 25 de abril. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Francisco Sá Carneiro no Facebook - O 25 de Abril foi, para todos nós, o fim da ditadura

Sá Carneiro


O 25 de Abril foi, para todos nós, o fim da ditadura, Os militares que prepararam e executaram a revolta realizaram um acto de libertação de si mesmos, mas consigo mesmos queiseram libertar Portugal inteiro.

Francisco Sá Carneiro

o 25 de Abril no Facebook - Foram dias foram anos a esperar por um só dia. Alegrias. Desenganos. Foi o tempo que doía

Manuela Alegre



Foram dias foram anos a esperar por um só dia.
Alegrias. Desenganos. Foi o tempo que doía
Com seus riscos e seus danos. Foi a noite e foi o dia
Na esperança de um só dia.

Foram batalhas perdidas. Foram derrotas vitórias.
Foi a vida (foram vidas). Foi a História (foram histórias)
Mil encontros despedidas. Foram vidas (foi a vida)
Por um só dia vivida.

Foi o tempo que passava como nunca se passasse.
E uma flauta que cantava como se a noite rasgasse
Toda a vida e uma palavra: liberdade que vivia
Na esperança de um só dia.

Musa minha vem dizer o que nunca então disse
Esse morrer de viver por um dia em que se visse
um só dia e então morrer. Musa minha que tecias
um só dia dos teus dias.

Vem dizer o puro exemplo dos que nunca se cansaram
musa minha onde contemplo os dias que se passaram
sem nunca passar o tempo. Nesse tempo em que daria
a vida por um só dia.

Já muitas águas correram já muitos rios secaram
batalhas que se perderam batalhas que se ganharam.
Só os dias morreram em que era tão curta a vida
Por um só dia vivida.

E as quatros estações rolaram com seus ritmos e seus ritos.
Ventos do Norte levaram festas jogos brincos ditos.
E as chamas não se apagaram. Que na ideia a lenha ardia
Toda a vida por um dia.

Fogos-fátuos cinza fria. Musa minha que cantavas
A canção que se vestia com bandeiras nas palavras:
Armas que o tempo tecia. Minha vida toda a vida
Por um só dia vivida.

Manuel Alegre

Salgueiro Maia no Facebook - Não se preocupem com o local onde sepultar o meu corpo. Preocupem-se é com aqueles que querem sepultar o que ajudei a construír

Salgueiro Maia


Não se preocupem com o local onde sepultar o meu corpo.
Preocupem-se é com aqueles que querem sepultar o que ajudei a construír
Salgueiro Maia

O 25 de Abril no Facebook - Conquistas de Abril

O 25 de Abril no Facebook - Eu continuarei a luta

Continuar a luta

Eu continuarei a luta

Natália Correia no Facebook - O que é que ficou da revolução do 25 de Abril?

nataliacorreia.jpg


O que é que ficou da revolução do 25 de Abril? Ficou uma grande disponibilidade para as pessoas se organizarem.

Natália Correia

terça-feira, 24 de abril de 2018

O 25 de Abril no Facebook - Em cada esquina um amigo, em cada rosto igualdade ...

zeca.jpg

Em cada esquina um amigo,
em cada rosto igualdade
grândola, Vila morena
terra da fraternidade

Zeca Afonso

Portugal, 25 de Abril de 1974

25 de Abril

Portugal, 25 de Abril de 1974

Frases do Facebook - Fazer o que gostas é liberdade, gostar do que fazes é felicidade

liberdade1.jpg

Fazer o que gostas é liberdade, gostar do que fazes é felicidade

Zeca Afonso no Facebook - Admito que a revolução seja uma utopía

revolução.png

Admito que a revolução seja uma utopia, mas no meu dia a dia procuro comportar-me como se ela fosse tangível. Continuo a pensar que devemos lutar onde exista opressão, seja a que nível for

Zeca Afonso

25 de Abril - O Dia da Liberdade

cravo-25-abril-53d5.jpg

Sabes o que aconteceu no dia 25 de Abril de 1974? Os populares juntaram-se aos militares e deu-se a revolução dos cravos. Recorda como tudo aconteceu!
25 de Abril de 1974. De madrugada,  militares do MFA ocuparam os estúdios do Rádio Clube Português e, através da rádio, explicaram à população que pretendiam que o País fosse de novo uma democracia, com eleições e liberdades de toda a ordem. E punham no ar músicas de que a ditadura não gostava, como Grândola Vila Morena, de José Afonso.

Ao mesmo tempo, uma coluna militar com tanques, comandada pelo capitão Salgueiro Maia, saiu da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém, e marchou para Lisboa. Na capital, tomou posições junto dos ministérios e depois cercou o quartel da GNR do Carmo, onde se tinha refugiado Marcelo Caetano, o sucessor de Salazar à frente da ditadura.

Durante o dia, a população de Lisboa foi-se juntando aos militares. E o que era um golpe de Estado transformou-se numa verdadeira revolução. A certa altura, uma vendedora de flores começou a distribuir cravos. Os soldados enfiavam o pé do seu cravo no cano da espingarda e os civis punham a flor ao peito. Por isso se falava de Revolução dos Cravos. Foram dados alguns tiros para o ar, mas ninguém morreu nem foi ferido.

Ao fim da tarde, Marcelo Caetano rendeu-se e entregou o poder ao general Spínola, que, embora não pertencesse ao MFA, não pensava  da mesma maneira que o governo acerca  das colónias.

Um ano depois, a 25 de Abril de 1975, os portugueses votaram pela primeira vez em liberdade desde há muitas décadas.

Luís Almeida Martins
Retirado da Visão

Fernando Pessoa no Facebook - A liberdade, unicamente a liberdade

liberdade.png

Não o prazer, não a glória, não o poder: a liberdade, unicamente a liberdade.

Fernando Pessoa